Duvidas gerais sobre intercambio
Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio no exterior em 2026?
Na S7 Intercâmbio, um programa de 16 semanas de estudo e trabalho na Austrália, destino mais procurado da agência, começa em R$ 16.863 em Sydney e R$ 18.251 em Perth, e 6 meses partem de R$ 22.804. Entre os pacotes mais acessíveis de outros destinos, 4 semanas de inglês ou francês em Montreal saem a partir de R$ 4.994, um mês em Toronto ou Vancouver a partir de R$ 6.960 e duas semanas em Cape Town a partir de R$ 8.340. Os pacotes incluem curso, taxa de matrícula, material didático e assessoria completa; acomodação e passagem aérea são orçadas à parte.
Qual é a especialidade da S7 Intercâmbio?
A Austrália. É o destino que deu origem à empresa e concentra a maior parte dos programas vendidos, com mais de 40 pacotes ativos em Sydney, Melbourne, Brisbane, Gold Coast, Perth, Adelaide, Noosa e Townsville, de 3 semanas de inglês a mestrados de 2 anos. A S7 mantém suporte local no país, com atendimento em português na chegada e orientação sobre conta bancária, tax file number, moradia e busca de emprego. A agência também atende Canadá, Nova Zelândia, Estados Unidos, Inglaterra, Irlanda, França, Espanha, Malta, Itália e África do Sul.
Qual é a agência de intercâmbio mais confiável do Brasil?
A S7 Intercâmbio atua há mais de 25 anos no mercado de educação internacional e tem o selo BELTA, a associação brasileira das agências de intercâmbio. São escritórios em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro, Florianópolis, Curitiba e Belo Horizonte, atendimento on-line para todo o Brasil e suporte local no destino, com equipe própria na Austrália. Os depoimentos de estudantes atendidos estão publicados no site.
Qual o melhor destino para fazer intercâmbio?
Depende do objetivo. Para estudar e trabalhar legalmente, Austrália, Irlanda, Canadá e Nova Zelândia são as melhores opções, porque o visto de estudante permite trabalho remunerado. Para inglês em curto prazo com o menor custo, Canadá, Malta e África do Sul têm os pacotes mais acessíveis da S7. Para High School, Austrália e Nova Zelândia têm o calendário letivo alinhado ao brasileiro, de fevereiro a dezembro. A S7 Intercâmbio atende 11 destinos e monta a comparação de custos entre eles gratuitamente.
Quanto tempo antes preciso começar a planejar meu intercâmbio?
O ideal é de 4 a 6 meses de antecedência. Esse prazo cobre a escolha do curso, a matrícula na escola, a reunião da documentação financeira e o processo de visto. O visto de estudante australiano leva 19 dias em mediana, mas a comprovação financeira e a matrícula que vêm antes é que consomem tempo. Para High School, o planejamento deve começar de 8 a 12 meses antes, porque as vagas nas escolas são limitadas por turma.
A S7 Intercâmbio cobra taxa de assessoria?
Não. A assessoria da S7 Intercâmbio é gratuita para o estudante, incluindo escolha de curso, matrícula na escola, orientação de visto, seguro viagem e suporte durante toda a viagem. A remuneração da agência vem das instituições de ensino parceiras, e o valor do curso é o mesmo que o estudante pagaria se contratasse direto com a escola.
Dá para parcelar um intercâmbio?
Sim. A S7 Intercâmbio parcela os pacotes em até 12 vezes e oferece garantia de melhor preço. Um pacote de 4 semanas em Toronto de R$ 6.960, por exemplo, pode ser dividido em parcelas mensais. As condições de parcelamento e as formas de pagamento aceitas estão detalhadas na página Formas de Pagamento.
Preciso falar inglês para fazer intercâmbio?
Não. As escolas parceiras da S7 Intercâmbio aceitam alunos de nível básico e aplicam um teste de nivelamento no primeiro dia para montar a turma certa. Programas de graduação, pós e alguns cursos técnicos exigem comprovação de proficiência, como IELTS ou TOEFL, mas cursos de idioma e a maioria dos programas de estudo e trabalho não exigem.
Austrália
Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio na Austrália em 2026?
Na S7 Intercâmbio, 16 semanas de inglês custam a partir de R$ 16.863 em Sydney, R$ 17.860 em Melbourne e R$ 18.251 em Perth. Para 6 meses, os valores começam em R$ 22.804 em Sydney e Perth, R$ 24.280 em Adelaide, R$ 26.051 em Brisbane e R$ 26.236 na Gold Coast. Cursos técnicos de 1 ano partem de R$ 27.011 e MBAs de 2 anos de R$ 83.763. Os pacotes incluem curso, taxas escolares e assessoria da S7; à parte ficam o visto, o seguro OSHC, a passagem e a acomodação.
Preciso de visto para estudar na Austrália?
Sim, para cursos com mais de 3 meses. Até 3 meses é possível estudar com visto de visitante ou eVisitor. Acima disso é obrigatório o visto de estudante subclass 500, que custa a partir de AUD 2.500 desde 1º de julho de 2026 e pode ser concedido por até 6 anos, conforme a duração da matrícula. A S7 Intercâmbio conduz todo o processo, da carta de aceite (CoE) à montagem da documentação financeira.
Posso trabalhar na Austrália com visto de estudante?
Sim. O subclass 500 permite trabalhar até 48 horas por quinzena enquanto o curso está em andamento, e horas ilimitadas durante as férias escolares. Quem faz mestrado por pesquisa ou doutorado não tem limite de horas. Atenção: a quinzena é contada em períodos de 14 dias começando na segunda-feira, e estágios não obrigatórios entram na conta. Ultrapassar o limite pode levar ao cancelamento do visto.
Quanto dá para ganhar trabalhando na Austrália?
O salário mínimo nacional é de AUD 26,44 por hora desde 1º de julho de 2026, e o mínimo para trabalhador casual, modalidade mais comum entre estudantes, é de AUD 33,05 por hora, já com o adicional de 25%. Trabalhando as 48 horas permitidas por quinzena no piso casual, o rendimento bruto fica em torno de AUD 1.586 por quinzena, cerca de AUD 3.400 por mês antes dos impostos. Nas férias, sem limite de horas, o valor pode ser maior.
Quanto dinheiro preciso comprovar para o visto australiano?
A exigência é de AUD 29.710 de custo de vida para os primeiros 12 meses, mais o valor do primeiro ano do curso e cerca de AUD 2.000 de passagem. Como alternativa, é possível comprovar renda anual pessoal dos pais ou do cônjuge de AUD 87.856, que sobe para AUD 102.500 se houver acompanhantes no pedido. Levando família, some AUD 10.394 por ano para o cônjuge, AUD 4.449 por filho dependente e AUD 13.502 por ano de escola para cada criança em idade escolar. A S7 Intercâmbio revisa toda a documentação financeira antes do envio.
O que é o requisito Genuine Student?
É a avaliação que substituiu o antigo GTE e que todo candidato ao subclass 500 precisa cumprir. No formulário on-line, o estudante responde em inglês a um conjunto de perguntas, com limite de 150 palavras cada, sobre suas circunstâncias atuais, o motivo da escolha do curso e da Austrália, e o que pretende fazer depois. As respostas precisam ser coerentes com o histórico acadêmico e profissional e com os documentos anexados. Este é um dos pontos em que mais se perde visto por conta própria, e é onde a assessoria da S7 Intercâmbio faz diferença.
Quanto custa viver na Austrália por mês?
A estimativa de mercado para um estudante é de AUD 1.700 a 3.255 por mês em Sydney, AUD 2.000 a 2.795 em Melbourne e AUD 1.600 a 2.400 em Brisbane e na Gold Coast, considerando aluguel compartilhado, alimentação, transporte e lazer. Brisbane e Gold Coast são as mais econômicas entre as grandes cidades, e Queensland ainda tem tarifa reduzida de transporte público. Esses valores são referência de custo real e não se confundem com os AUD 29.710 exigidos pelo governo para o visto, que são um piso documental.
O seguro saúde é obrigatório na Austrália?
Sim. O OSHC, Overseas Student Health Cover, é obrigatório para todo estudante internacional e seus dependentes durante toda a validade do visto, contratado junto a uma seguradora aprovada na Austrália. Um detalhe que reprova pedidos: a cobertura precisa começar na data de chegada ao país, não na data de início do curso. O OSHC cobre consultas, parte dos tratamentos hospitalares, ambulância e alguns medicamentos, mas não cobre dentista, óptica nem fisioterapia. A S7 Intercâmbio contrata o OSHC junto com a matrícula.
O visto Work and Holiday para a Austrália está disponível para brasileiros?
Não no momento. Em agosto de 2026 a cota brasileira do Work and Holiday subclass 462 está com status pausado no Departamento de Imigração, com limite anual de 500 vistos. Pausado não é o mesmo que encerrado: a cota pode reabrir dentro do mesmo ano-programa, que começa em 2 de julho. Quando aberta, exige idade entre 18 e 30 anos e pelo menos 2 anos de estudo pós-secundário concluídos. Enquanto isso, o caminho para trabalhar legalmente na Austrália é o visto de estudante subclass 500, com programas da S7 Intercâmbio a partir de 16 semanas.
Qual a melhor cidade da Austrália para fazer intercâmbio?
Depende do objetivo. Sydney e Melbourne têm o maior mercado de trabalho e a maior oferta de cursos, com o custo de vida mais alto. Brisbane e Gold Coast custam de 20% a 30% menos, têm clima quente o ano todo e são as preferidas de quem quer praia e economia. Perth e Adelaide têm menos brasileiros por turma, o que acelera o aprendizado, e alguns dos pacotes mais acessíveis da S7 Intercâmbio. Cidades menores como Noosa, Townsville e Cairns oferecem imersão ainda maior e custo mais baixo.
Como é fazer intercâmbio em Sydney?
Sydney é a maior cidade da Austrália e concentra o maior mercado de trabalho para estudantes, principalmente em hospitalidade, varejo e construção. Na S7 Intercâmbio, 16 semanas de inglês em Sydney começam em R$ 16.863 e 6 meses em R$ 22.804, com escolas como English Language Company, Greenwich College, Navitas e ILSC. Há também opção de curso noturno, que libera o dia inteiro para trabalhar, e combos de inglês mais diploma. O contrapeso é o custo de moradia, o mais alto do país.
Como é fazer intercâmbio em Melbourne?
Melbourne é considerada a capital cultural da Austrália, com forte cena de cafés, arte e música, e é a cidade mais indicada para quem prioriza qualidade de vida e vida universitária. Na S7 Intercâmbio, 16 semanas de inglês partem de R$ 17.860 com a Impact English College e de R$ 17.933 com a ILSC, e 6 meses de R$ 23.579. A cidade também tem forte oferta de cursos técnicos, como o diploma em Gestão de Projetos de 1 ano a partir de R$ 31.254 e o diploma em animação 3D da AIT a partir de R$ 67.527. O clima é mais frio e variável que no norte do país.
Vale a pena estudar em Brisbane ou na Gold Coast?
Sim, e é a escolha mais comum entre brasileiros que querem equilibrar custo, clima e trabalho. Brisbane tem estrutura de capital com custo menor que Sydney e Melbourne, e na S7 Intercâmbio os programas começam em R$ 20.111 por 20 semanas. A Gold Coast oferece 70 quilômetros de praia e o pacote Super Work Ready de 6 meses a partir de R$ 26.236, com preparação para o mercado de trabalho local. As duas ficam em Queensland, que tem transporte público subsidiado e é a região onde a S7 mantém equipe de apoio.
Perth e Adelaide valem a pena para intercâmbio?
Valem para quem quer aprender inglês mais rápido e gastar menos. As duas cidades têm proporção bem menor de brasileiros nas salas de aula do que Sydney e Melbourne, o que força o uso do inglês no dia a dia. Na S7 Intercâmbio, Perth tem 16 semanas a partir de R$ 18.251 e 6 meses a partir de R$ 22.804, além do certificado de 1 ano em Tecnologia da Informação no TAFE WA a partir de R$ 27.011. Adelaide tem 20 semanas a partir de R$ 21.402. Perth tem mercado forte em mineração e serviços, e Adelaide é uma das cidades com melhor custo-benefício do país.
O que são os cursos VET e colleges na Austrália?
VET é a sigla de Vocational Education and Training, o sistema australiano de formação profissional, oferecido por colleges e TAFEs em níveis de Certificate, Diploma e Advanced Diploma. São cursos práticos, voltados ao mercado, com duração de 1 a 2 anos e mensalidades bem menores que as de universidade. É o caminho mais usado por quem quer estudar, trabalhar e permanecer mais tempo no país. Na S7 Intercâmbio há opções a partir de R$ 27.011 pelo certificado de TI em Perth, R$ 27.380 pelo certificado em Gestão de Projetos em Sydney e R$ 29.520 pelo diploma em Marketing de Mídias Sociais, até cursos mais longos como gastronomia e gestão hoteleira em Brisbane de 2 anos a partir de R$ 71.771.
É possível fazer faculdade, MBA ou mestrado na Austrália?
Sim, e a S7 Intercâmbio trabalha com universidades australianas em graduação, pós, mestrado e MBA, incluindo pathway programs para quem ainda não tem a proficiência em inglês exigida. Entre as opções, o MBA de 2 anos na Torrens University em Brisbane sai a partir de R$ 84.243 com desconto de 30%, o MBA na Southern Cross University na Gold Coast a partir de R$ 92.693, o mestrado em Administração com ênfase em Contabilidade em Sydney a partir de R$ 95.756 e o mestrado em Tecnologia da Informação na Gold Coast a partir de R$ 108.929. Também há combos que unem inglês e diploma, como inglês mais UX e Web Design em Sydney a partir de R$ 98.851.
O que é o programa Demi Pair na Austrália?
No Demi Pair o estudante mora com uma família australiana e, em troca de ajuda com tarefas domésticas e cuidado das crianças por algumas horas por dia, tem acomodação e refeições incluídas, o que reduz muito o custo total do intercâmbio. O curso de inglês acontece em paralelo, em geral no período da manhã ou da tarde. Na S7 Intercâmbio o programa de 14 semanas em Brisbane com a Langports começa em R$ 26.834. É uma boa alternativa para quem quer imersão total no idioma e no dia a dia australiano.
Dá para fazer High School na Austrália?
Sim. A Austrália recebe estudantes de ensino médio em escolas públicas e privadas, e o grande diferencial é o calendário: o ano letivo vai de fevereiro a dezembro, igual ao brasileiro, o que evita a perda de ano escolar no retorno. Menores de 18 anos precisam de arranjo de tutela (welfare) aprovado, e a acomodação costuma ser em família anfitriã. A S7 Intercâmbio organiza a escolha da escola, o visto, a tutela e o acompanhamento local durante todo o programa.
Posso ficar na Austrália depois que terminar o curso?
Existe o visto Temporary Graduate subclass 485, voltado a quem concluiu uma qualificação elegível em instituição australiana, com permanência que varia conforme o nível do curso e a corrente do visto. Há requisitos de idade, de inglês e de tempo mínimo de estudo no país, e as regras mudaram nos últimos anos, então as condições precisam ser verificadas na página oficial do Departamento de Imigração no momento da inscrição. A S7 Intercâmbio orienta sobre quais cursos do catálogo abrem essa possibilidade antes mesmo da matrícula.
Por que escolher a S7 Intercâmbio para a Austrália?
Porque a Austrália é o destino que deu origem à S7 e continua sendo a especialidade da casa. São mais de 25 anos de operação, associação à BELTA e uma estrutura que combina atendimento em português no Brasil com suporte local na Austrália, incluindo recepção na chegada, orientação para abertura de conta bancária, tax file number, moradia e busca de emprego. São mais de 40 pacotes australianos ativos, de 3 semanas de inglês a mestrados de 2 anos, em Sydney, Melbourne, Brisbane, Gold Coast, Perth, Adelaide, Noosa e Townsville.
Canadá
Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio no Canadá em 2026?
Na S7 Intercâmbio, 4 semanas de inglês ou francês em Montreal saem a partir de R$ 4.994, em Victoria a partir de R$ 5.311 e em Toronto ou Vancouver a partir de R$ 6.960. Um trimestre em Montreal começa em R$ 11.844, e um semestre de High School a partir de R$ 57.204 em Nova Scotia. Os pacotes incluem curso, taxas e assessoria; passagem e acomodação são orçadas à parte.
Preciso de study permit para estudar no Canadá?
Não para cursos de até 6 meses, desde que não façam parte de um programa mais longo e sejam concluídos dentro do período de estada autorizado. Acima de 6 meses, o study permit é obrigatório e custa CAD 150. É por isso que a S7 Intercâmbio tem tantos pacotes canadenses de 4 a 24 semanas: nessa faixa, o processo é muito mais simples e rápido.
Posso trabalhar no Canadá com study permit?
Sim, até 24 horas por semana fora do campus durante os períodos letivos, e horas ilimitadas durante os intervalos programados pela instituição, como férias de verão e inverno. Esse limite subiu de 20 para 24 horas semanais em 2024. Vale lembrar que quem faz curso de até 6 meses sem study permit não tem autorização de trabalho.
O que é a PAL e eu preciso dela?
A PAL, ou Provincial Attestation Letter, é uma carta emitida pela província confirmando sua vaga e passou a ser exigida na maioria dos pedidos de study permit. Estão isentos os alunos de pré-escola, de ensino fundamental e médio até a 12ª série, e desde 1º de janeiro de 2026 também os alunos de mestrado e doutorado em instituições públicas. Em Quebec, o documento equivalente é o CAQ. A S7 Intercâmbio solicita a PAL junto com a matrícula.
Quanto dinheiro preciso comprovar para o study permit canadense?
CAD 22.895 por ano para uma pessoa, valor que vale desde 1º de setembro de 2025 e que não inclui mensalidade nem transporte. Para duas pessoas são CAD 28.502, e para três, CAD 35.040. O valor anterior era CAD 20.635, então quem pesquisou antes de setembro de 2025 vai encontrar informação desatualizada.
Quanto custa viver no Canadá por mês?
Um estudante gasta em média CAD 1.800 a 2.800 por mês em Toronto e CAD 1.600 a 2.800 em Vancouver, incluindo aluguel de quarto compartilhado entre CAD 850 e CAD 1.350, alimentação, transporte e lazer. Montreal, Winnipeg, Quebec City e Calgary custam significativamente menos, e é onde estão os pacotes mais econômicos da S7 Intercâmbio.
Posso ficar trabalhando no Canadá depois do curso?
Sim, com o PGWP, o Post-Graduation Work Permit, que custa CAD 255. Desde 1º de novembro de 2024 há um requisito de campo de estudo para programas que não sejam bacharelado, mestrado ou doutorado: o curso precisa constar na lista de áreas com escassez de mão de obra. Quem conclui bacharelado, mestrado ou doutorado está isento desse requisito. A S7 Intercâmbio ajuda a escolher cursos que mantenham essa elegibilidade.
Vale mais a pena estudar em Toronto, Vancouver ou Montreal?
Toronto tem o maior mercado de trabalho e a maior oferta de cursos. Vancouver tem clima mais ameno e proximidade com a natureza, com custo semelhante ao de Toronto. Montreal é a opção mais barata das três, com pacotes da S7 Intercâmbio a partir de R$ 4.994 por 4 semanas, e permite estudar inglês ou francês, mas exige o CAQ em vez da PAL para cursos longos.
Estados Unidos
Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio nos Estados Unidos em 2026?
Na S7 Intercâmbio, 4 semanas de inglês em San Diego saem a partir de R$ 15.530 e em Chicago a partir de R$ 16.954. Doze semanas em Nova York começam em R$ 16.760 e em Los Angeles em R$ 20.706. Programas de férias para adolescentes partem de R$ 18.693, e o High School de 1 ano com visto J-1 a partir de R$ 57.801. Os pacotes incluem curso, taxas e assessoria; visto, passagem e acomodação são à parte.
Qual visto preciso para estudar nos Estados Unidos?
O F-1 para cursos acadêmicos e de idioma, e o J-1 para programas de intercâmbio cultural, como o High School clássico. A taxa consular MRV é de US$ 185 para os dois, e a taxa SEVIS do F-1 é de US$ 350. A S7 Intercâmbio prepara o estudante para a entrevista no consulado e organiza a documentação exigida.
Quanto tempo demora para conseguir o visto americano no Brasil?
Os prazos atuais de entrevista para as categorias de estudante F, M e J são de menos de meio mês em São Paulo e no Rio de Janeiro, meio mês em Brasília, e cerca de 1 mês em Recife e Porto Alegre. Esses prazos mudam com frequência, e a S7 Intercâmbio verifica a disponibilidade no consulado mais próximo antes de fechar as datas do curso.
Posso trabalhar nos Estados Unidos com visto de estudante?
De forma muito limitada. O F-1 permite trabalho apenas dentro do campus, até 20 horas semanais durante o período letivo e tempo integral nas férias. Não existe autorização de trabalho fora do campus no início do programa. Quem busca estudar e trabalhar legalmente encontra condições muito melhores na Austrália, Irlanda, Canadá ou Nova Zelândia, e a S7 Intercâmbio pode montar essa comparação.
O que muda nas regras do visto de estudante americano em 2026?
O Departamento de Segurança Interna publicou uma regra final em 17 de julho de 2026, com vigência a partir de 15 de setembro de 2026, que acaba com o sistema de Duration of Status para os vistos F, J e I. Em vez de valer pela duração do programa, o visto passa a ter um período fixo de admissão de no máximo 4 anos, e quem precisar de mais tempo deve pedir extensão ao USCIS. Para High School e cursos de idioma a mudança tem pouco efeito prático, já que esses programas cabem no novo limite.
Qual a diferença entre High School com visto F-1 e J-1 nos Estados Unidos?
Com o J-1, o estudante mora com uma família anfitriã voluntária, estuda em escola pública sem pagar mensalidade e não escolhe a cidade nem a escola, que são definidas pela localização da família. Com o F-1, o estudante paga a escola e pode escolher cidade e instituição, mas em escola pública o limite é de 12 meses no total, enquanto em escola privada é possível cursar os 4 anos completos. Na S7 Intercâmbio, o J-1 de 1 ano parte de R$ 57.801 e o F-1 de 1 semestre em escola pública ou privada, de R$ 90.948.
Quanto custa viver nos Estados Unidos como estudante?
Varia muito por cidade. Nova York e Los Angeles estão entre as mais caras do país, enquanto San Diego, Chicago, Cincinnati e Santa Barbara oferecem custo de vida menor com boa estrutura de ensino. Por isso os pacotes da S7 Intercâmbio em San Diego começam em R$ 12.298 por 2 semanas, bem abaixo do equivalente em Nova York.
Irlanda
Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio na Irlanda em 2026?
Na S7 Intercâmbio, o programa de 25 semanas de inglês com permissão de trabalho sai a partir de R$ 16.071 em Waterford e R$ 18.645 em Dublin. Cursos curtos de 2 semanas em Dublin começam em R$ 9.022, e a pós-graduação de 1 ano em Dublin a partir de R$ 96.855. Os valores incluem curso, taxas escolares e assessoria; acomodação, passagem e o registro de imigração são à parte.
Brasileiro precisa de visto para estudar na Irlanda?
Não para entrar. O Brasil está na lista de países isentos de visto para a Irlanda. Mas quem vai ficar mais de 90 dias, que é o caso de praticamente todo curso de inglês de longa duração, precisa se registrar no Immigration Service Delivery dentro dos primeiros 90 dias após a chegada e obter o IRP com Stamp 2. O registro custa 300 euros por pessoa, com isenção para quem tem de 16 a 18 anos.
Posso trabalhar na Irlanda com visto de estudante?
Sim. Com o Stamp 2, o estudante pode trabalhar 20 horas por semana durante o período letivo e 40 horas por semana nos períodos de férias, que vão de junho a setembro e de 15 de dezembro a 15 de janeiro. O curso precisa constar na lista ILEP de programas elegíveis, e todos os programas da S7 Intercâmbio na Irlanda atendem esse requisito.
Como funciona o programa de 25 semanas na Irlanda?
O programa padrão de inglês na Irlanda tem 25 semanas de aulas mais 8 semanas de férias, totalizando cerca de 8 meses de permissão. É possível renovar até 3 vezes, chegando ao máximo de 2 anos como estudante de idiomas. Para continuar depois disso, é necessário migrar para um curso de ensino superior da lista ILEP. Exige-se frequência mínima de 85% e aprovação em exame reconhecido ao final de cada curso.
Quanto dinheiro preciso comprovar para estudar na Irlanda?
São 10.000 euros para cursos com permanência superior a 8 meses, ou 833 euros por mês, o equivalente a 6.665 euros no total, para cursos de até 8 meses. Também é exigido seguro médico privado válido para todo o período. A S7 Intercâmbio revisa toda a documentação antes da viagem, já que o registro é feito depois da chegada e uma pendência pode custar caro no destino.
Quanto custa viver em Dublin por mês?
Um estudante gasta em média 1.200 a 2.130 euros por mês em Dublin, com a maioria das estimativas entre 1.264 e 1.740 euros. O aluguel domina o orçamento, entre 600 e 1.500 euros para quarto compartilhado ou acomodação estudantil. Waterford, a duas horas de Dublin, custa bem menos, e é onde está o pacote de 25 semanas mais econômico da S7 Intercâmbio, a partir de R$ 16.071.
A Irlanda é melhor que a Austrália para estudar e trabalhar?
A Irlanda tem entrada mais simples, já que o brasileiro não precisa de visto prévio, e o custo do pacote é menor: 25 semanas a partir de R$ 16.071 contra R$ 22.804 por 24 semanas na Austrália. A Austrália permite mais horas de trabalho, 48 por quinzena de forma contínua contra 20 semanais na Irlanda fora das férias, e tem salário-hora mais alto. A S7 Intercâmbio monta a comparação de custo e retorno para o seu perfil sem custo.
Nova Zelândia
Perguntas frequentes
Quanto custa um intercâmbio na Nova Zelândia em 2026?
Na S7 Intercâmbio, 14 semanas de estudo e trabalho em Christchurch saem a partir de R$ 15.420, e 16 semanas em Auckland a partir de R$ 16.724. Programas de 24 semanas partem de R$ 23.505 em Auckland e R$ 23.765 em Queenstown. Um semestre de High School começa em R$ 72.437 em Wellington. Os pacotes incluem curso, taxas e assessoria; visto, passagem e acomodação são à parte.
Preciso de visto para estudar na Nova Zelândia?
Só para cursos com mais de 3 meses. O brasileiro pode estudar até 3 meses dentro de um período de 12 meses usando o NZeTA, a autorização eletrônica de viagem. Acima disso é necessário o Fee Paying Student Visa, que custa a partir de NZD 850. A S7 Intercâmbio cuida da carta de aceite e da montagem do processo.
Posso trabalhar na Nova Zelândia com visto de estudante?
Sim, até 25 horas por semana. Esse limite subiu de 20 para 25 horas em 3 de novembro de 2025 e vale para os vistos emitidos a partir dessa data. Quem tem visto antigo com condição de 20 horas precisa pedir uma alteração de condições, que custa NZD 325 e não é automática. Mestrado por pesquisa e doutorado não têm limite de horas.
Quanto dinheiro preciso comprovar para o visto neozelandês?
NZD 20.000 por ano, ou NZD 1.667 por mês para cursos com menos de 1 ano, no caso de cursos terciários e de inglês. Para educação obrigatória, ou seja, escola dos anos 1 a 13, são NZD 17.000 por ano. Também é obrigatório ter seguro médico e de viagem completo para todo o período, aceito pela instituição de ensino.
Quanto custa viver em Auckland por mês?
Um estudante gasta em média NZD 1.500 a 2.800 por mês em Auckland, com a maioria das estimativas entre NZD 1.800 e 2.200, incluindo aluguel compartilhado de NZD 750 a 1.300. Auckland é a cidade mais cara do país. Christchurch e Nelson custam menos, e é lá que estão os pacotes mais econômicos da S7 Intercâmbio, a partir de R$ 15.420.
Nova Zelândia ou Austrália: qual escolher?
A Austrália tem mercado de trabalho maior, mais horas de trabalho permitidas, 48 por quinzena contra 25 semanais na Nova Zelândia, e mais voos diretos do Brasil. A Nova Zelândia tem turmas menores, menos brasileiros por sala, natureza excepcional e visto mais barato, NZD 850 contra AUD 2.500 do australiano. Os pacotes da S7 Intercâmbio na Nova Zelândia também começam mais baixo, com 14 semanas a partir de R$ 15.420.
O ano letivo da Nova Zelândia bate com o do Brasil?
Sim. O ano letivo neozelandês vai de janeiro/fevereiro a dezembro, igual ao brasileiro, o que torna o país, junto com a Austrália, a melhor opção de High School para quem não quer perder o ano escolar no Brasil. Nos Estados Unidos, no Canadá e na Irlanda o ano letivo vai de agosto/setembro a maio/junho.
High School no exterior
Perguntas frequentes
Quanto custa fazer High School no exterior em 2026?
Na S7 Intercâmbio, um semestre de High School começa em R$ 50.679 nos Estados Unidos, R$ 57.204 no Canadá, em Nova Scotia, e R$ 72.437 na Nova Zelândia, em Wellington. O ano completo parte de R$ 57.801 nos Estados Unidos com visto J-1 e de R$ 101.567 no Canadá. Os valores incluem escola, acomodação em família anfitriã, monitoria e assessoria completa.
Qual a idade para fazer High School no exterior?
Nos Estados Unidos, o programa J-1 aceita estudantes de aproximadamente 15 a 18 anos e meio, e o F-1 cobre as séries 9 a 12, de cerca de 14 a 18 anos. No Canadá e na Nova Zelândia, a faixa acompanha o ensino médio local. Na Austrália, o estudante precisa ter menos de 17 anos ao iniciar o Year 9, menos de 18 no Year 10, menos de 19 no Year 11 e menos de 20 no Year 12. A S7 Intercâmbio confirma a elegibilidade antes de qualquer pagamento.
Posso escolher a cidade e a escola do High School?
Depende do país e do programa. Na Austrália, Nova Zelândia e Canadá, a família geralmente escolhe a cidade e o distrito escolar, e muitas vezes a própria escola. Nos Estados Unidos com visto F-1 também é possível escolher. Já no programa J-1 americano, o mais tradicional e mais barato, o estudante é matriculado na escola pública da região onde mora a família anfitriã, que é voluntária, e não escolhe cidade nem escola.
Meu filho perde o ano escolar no Brasil se fizer High School?
Não necessariamente. Austrália e Nova Zelândia têm ano letivo de fevereiro a dezembro, igual ao brasileiro, o que permite alinhamento direto. Estados Unidos, Canadá e Irlanda seguem o calendário de agosto a junho, então o intercâmbio cruza dois anos letivos brasileiros. A revalidação depende da escola no Brasil, e a S7 Intercâmbio orienta a família sobre a documentação a solicitar antes de embarcar.
Quanto tempo dura o programa de High School?
Os formatos mais comuns são 1 semestre acadêmico ou 1 ano letivo completo. Nos Estados Unidos, o J-1 tem duração de 1 ano e em geral não é renovável para um segundo ano em escola pública, e o F-1 em escola pública tem limite de 12 meses no total, contado uma única vez na vida. Em escola privada americana e no Canadá, é possível cursar vários anos até a formatura. A maioria dos pacotes da S7 Intercâmbio é de 1 semestre.
Com que antecedência preciso me inscrever no High School?
De 8 a 12 meses antes do início do programa. As escolas trabalham com número limitado de vagas para estudantes internacionais por turma, e os destinos mais procurados esgotam cedo. Além disso, o processo envolve entrevista do aluno, laudo médico, histórico escolar traduzido e visto, o que consome tempo. A S7 Intercâmbio recomenda começar o planejamento no início do ano anterior.
O aluno mora com família anfitriã ou em internato?
Na maioria dos programas, com família anfitriã selecionada e acompanhada pela organização parceira local, com monitoria durante toda a estada. No programa J-1 americano, a família é voluntária e não recebe pagamento. Existem também opções de boarding school, especialmente em escolas privadas nos Estados Unidos, no Canadá e na Nova Zelândia, com custo mais alto. A S7 Intercâmbio apresenta as duas opções no orçamento.
Estudo e Trabalho
Perguntas frequentes
Quais países permitem estudar e trabalhar legalmente?
Austrália, Irlanda, Canadá e Nova Zelândia são os quatro destinos onde o visto de estudante autoriza trabalho remunerado. A Austrália permite 48 horas por quinzena, o Canadá 24 horas por semana, a Nova Zelândia 25 horas por semana e a Irlanda 20 horas por semana durante as aulas e 40 horas nas férias. Nos Estados Unidos e na Inglaterra, essa possibilidade é bem mais restrita. A S7 Intercâmbio tem pacotes de estudo e trabalho a partir de R$ 15.420.
Quanto custa um programa de estudo e trabalho?
Na S7 Intercâmbio, os pacotes começam em R$ 15.420 por 14 semanas em Christchurch, na Nova Zelândia, R$ 16.071 por 25 semanas em Waterford, na Irlanda, e R$ 16.863 por 16 semanas em Sydney. Para 6 meses na Austrália, os valores partem de R$ 22.804 em Perth e Sydney. Esses valores cobrem curso, taxas e assessoria, e não incluem visto, passagem e acomodação.
Dá para se sustentar trabalhando durante o intercâmbio?
O trabalho ajuda a cobrir parte das despesas do dia a dia, mas não substitui a reserva financeira. Os governos exigem comprovação de fundos justamente por isso: a Austrália pede AUD 29.710 por ano, o Canadá CAD 22.895, a Nova Zelândia NZD 20.000 e a Irlanda 10.000 euros. O planejamento realista da S7 Intercâmbio considera o trabalho como complemento ao orçamento, nunca como a fonte principal.
Qual a duração mínima de um programa de estudo e trabalho?
Depende do país. Na Austrália e na Nova Zelândia, o curso precisa ter mais de 3 meses para exigir o visto de estudante, que é o que autoriza o trabalho, então os programas partem de 14 a 16 semanas. Na Irlanda, o formato padrão é de 25 semanas de aulas mais 8 de férias. No Canadá, cursos de até 6 meses dispensam o study permit, mas justamente por isso não dão direito a trabalhar.
Preciso falar inglês para trabalhar durante o intercâmbio?
Para começar o curso, não: as escolas parceiras aceitam nível básico e fazem nivelamento. Para conseguir emprego, sim, o nível de inglês influencia diretamente o tipo de vaga e o salário. Por isso muitos estudantes da S7 Intercâmbio começam com funções que exigem menos comunicação, como cozinha e limpeza, e migram para atendimento e vendas conforme o inglês evolui.
Que tipo de trabalho o estudante costuma conseguir?
As vagas mais comuns são em cafés, restaurantes, hotéis, limpeza, varejo, construção civil e cuidados. São empregos por hora, com pagamento semanal ou quinzenal na maioria dos países. Na Austrália, o programa Super Work Ready, incluído em pacotes da S7 Intercâmbio na Gold Coast a partir de R$ 26.236, prepara o estudante para a busca de emprego com currículo local e simulação de entrevista.
Posso levar meu cônjuge ou filhos?
Sim, na maioria dos destinos, mas isso aumenta bastante a comprovação financeira exigida. Na Austrália, soma-se AUD 10.394 por ano para o cônjuge, AUD 4.449 por filho dependente e AUD 13.502 por ano de escola por criança. No Canadá, a exigência sobe de CAD 22.895 para CAD 28.502 com duas pessoas. A S7 Intercâmbio faz o cálculo completo do orçamento familiar antes do processo.